
Estradas e infraestrutura · Natal
Adjuto Dias denuncia interdição desnecessária da Ponte de Igapó e questiona custo da obra
O deputado estadual Adjuto Dias publicou nas redes sociais um vídeo <a href="https://www.instagram.com/p/DJPfxh3S9Zo/">https://www.instagram.com/p/DJPfxh3S9Zo/</a> no qual denuncia o que classifica como uma interdição desnecessária da Ponte de Igapó, em Natal, durante a realização das obras conduzidas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. Segundo o parlamentar, havia a possibilidade de executar as intervenções sem a interdição completa da via, evitando os transtornos causados à população.
“O governo do PT desconsiderou a possibilidade de fazer a obra na ponte sem a interdição da via, mesmo sabendo que isso causaria prejuízo”, afirmou Adjuto Dias. O deputado apontou a existência de laudos que, segundo ele, atestam que as intervenções estruturais não exigiam a interdição completa das vias. Durante uma visita ao canteiro de obras, Adjuto tentou conversar com os responsáveis pelo serviço, mas não encontrou representantes da obra no local.
A Ponte de Igapó foi interditada em setembro de 2023 e, segundo informações do DNIT, a previsão era de que o tráfego fosse totalmente liberado até o fim de maio. De acordo com o parlamentar, a obra com a interdição teria um custo estimado em cerca de R$ 20 milhões, enquanto a execução sem a interdição custaria aproximadamente R$ 24 milhões. No entanto, com o aditivo contratual, o custo final deve chegar a cerca de R$ 30 milhões.
“Nunca se justificou a interdição que já dura 536 dias, sem necessidade. Tudo culpa do Governo Fátima Bezerra, DNIT e Governo Federal”, afirmou o deputado. Para Adjuto Dias, além dos prejuízos financeiros, a interdição prolongada causou transtornos à população que utiliza diariamente a Ponte de Igapó como uma das principais ligações entre as regiões Norte e Sul de Natal.


